Igreja Matriz São Patrício.

1864 – deu-se inicio a construção da igreja matriz de Itaqui.

1837– Finalmente Itaqui ganha a sua paróquia. Por ato do Marechal-de-campo Antônio elizário de
Miranda e brito que governa a provincia em pleni conflito – farropilha – promovia a Freguesia de
Itaqui a paróquia(Sob evocação de São Patricio).
Essa Lei tomou o n°15 e foi sancionada em 23 de dezembro de 1837.

1850– Nesse ano o padre José Coriolano de Souza Passos foi nomeado Pároco de Itaqui, esse sacerdote pertencia a paróquia de São Borja.
O seu envolvimento com a comunidade foi muito grande, por iniciativa sua, construiu-se a primeira igrejinha de Itaqui. Foi Editificada em pedra, com cobertura de capim Santa Fé.
Este modesto templo passou a abrigar os fiéis a partir do ano 1851, embora o padre Coriolano
tenha prestado relevantes serviços ao nosso município, tendo inclusive sido nome importante no seu processo de emancipação, Itaqui não lhe foi reconhecido como ele merecia.

1854– A resolução n° 301 de 24 de novembro, aprova definitivamente os limites da paróquia de São Patricio do Itaqui.
Numa Extensão de 12.300 Km2, Abrangia os territórios de São Francisco de Assis, Santiago do
Boqueirão. Nossa Senhora de Assunção de Ernesto Alvez e parte da paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari.

1864– O presidente da província Dr.José Espiridião de Barros pimentel, Oficia ao chefe do governo municipal Cel. José da luz Cunha Júnior, para que providencie a execução de um projeto para a construção de um projeto para a construção de uma Igreja.
Recomendava o presidente, que o custo de tal projeto não deveria ultrapassar a quantia de vinte contos de réis, cabendo ainda á câmara e ao vigário, formarem uma comissão de pessoas da comunidade para angariar recursos destinados a custear a construção, aliviando dessa forma o
erário público.

1869– Após levantados os fundos financeiros, Através Subscrição pública, como havia recomendado o presidente da provincia, no ano de 1864, deu-se inicio a construção da igreja matriz da cidade. Uma comissão de comerciantes e estâncieiros, coordenados pelo pároco coriolano, como da
construção propriamente dita. Ao governo da provincia caberia o aporte do valor não arrecadado.


Como se sabe, naquela época a igreja era atrelada ao estado. Presidia o Conselho Municipal, o Dr. Egydio Barbosa Itaqui.

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